4. O ESCAPULÁRIO VERDE

O Escapulário Verde, aprovado pela Igreja, foi revelado pelo Imaculado Coração de Maria, a Soror Justina Bisqueyburn, religiosa das Irmãs da Caridade de S. Vicente de Paulo, que entrou no noviciado de Paris em 27 de Novembro de 1839.

Graças e milagres de toda a ordem, quer do corpo, quer da alma, têm sido obtidos por seu intermédio, Quantas curas! Quantas conversões!...

A Bênção da Igreja aplica-lhe, por intercessão do Imaculado Coração da nossa Mãe Santíssima, algo do capital imenso, depositado, por Deus, no Seu Seio de Misericórdia.

Verde é a cor da esperança, e em Maria depositam, não só os justos, mas, também, os pecadores – ainda os mais inveterados – todos os seus receios, angústias e necessidades, buscando remédio e auxílio. Mas a eficácia especial deste escapulário manifesta-se, sobretudo, em obter a conversão (que, por vezes, se julga impossível) dos pecadores considerados impenitentes ou já perdidos, principalmente quando, por ignorância ou desespero, recusam os Sacramentos.

- O Escapulário Verde, como disse a Santíssima Virgem, pode ser benzido, com o sinal da Cruz, por qualquer Sacerdote e depois qualquer pessoa o pode distribuir.

- Deve trazer-se conosco.

- Deve dizer-se, ao menos, uma vez por dia, a seguinte oração: «Coração Imaculado de Maria, rogai por nós, agora e na hora da nossa morte».

- Tratando-se de doentes ou pecadores impenitentes, que não o aceitem, ou não queiram nem possam rezar a oração, podemos deixá-lo na habitação, onde moram, ou ocultá-lo na roupa, dizendo alguém, em seu nome, a mesma invocação ao Coração Imaculado de Maria. Deus, no Dogma da Comunicação dos Santos, aplicará, em favor destes desgraçados filhos, as preces dos seus irmãos, junto aos méritos de Maria Santíssima.

Ninguém estranhe que: um quadrado de tecido verde, com a efíge do Coração de Maria, a Bênção da Igreja e os méritos da nossa Mãe celeste, obtenha tantos prodígios para o corpo e para a alma, e nos proteja nos perigos, pois Deus nunca se mostra tão grande como quando Se serve das coisas mais insignificantes para patentear o Seu Poder Omnipotente e a Sua Misericórdia. Não Se serve, Ele da água, para nos manter, e a todos os animais e plantas, na vida? E esta mesma água, aplicada, no Sacramento do Baptismo, em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, não nos muda, de simples criaturas, em filhos de Deus e de Maria Santíssima, em irmãos dos Anjos e dos Santos e herdeiros do Céu?!

Propaguemos o Escapulário Verde, para honra e triunfo do Imaculado Coração de Maria e para salvação eterna dos nossos irmãos, que custaram o Sangue Bendito do nosso Divino Salvador e tantas Dores e Lágrimas à nossa Mãe do Céu. Procedendo deste modo, estamos bem seguros, pois Sua Santidade Pio IX, representante de Cristo na terra, o abençoou e aprovou, por duas vezes: em 1863 e 1870. Estando com a Igreja, estamos sempre bem.  

Conheci, há muitos anos, uma senhora judia francesa, casada com um judeu português de grande nomeada.

Um filho, convertido ao Catolicismo na América do Norte, casara com uma menina, minha confessada, muito piedosa. Presidi ao casamento e mantive depois, pela vida fora, contacto com este casal exemplar e profundamente cristão e que teve numerosa prole.

Ambos rezavam muito pela conversão ao Catolicismo desta senhora viúva, há anos. Uma doença cancerosa fê-la buscar remédio para o seu mal, em Paris, dando entrada numa clínica de fama.

Alguém fez-lhe chegar às mãos um Escapulário Verde, que ela aceitou, mas sem lhe ligar importância.

Nestes casos, outra pessoa pode rezar em nome da incrédula a jaculatória: «Coração Imaculado de Maria, rogai por nós, agora e na hora da nossa morte». Foi o que fez. Entretanto, um sacerdote passou por aquela casa e perguntou se havia alguém que precisasse do seu socorro espiritual. Comunicam o recado à nossa doente, que respondeu nada precisar. O sacerdote despediu-se. Mas, o maravilha da graça obtida por Maria Santíssima: quando ia em caminho, ouve um ruído de passos e alguém que o chamava: - Venha depressa. A senhora judia requer a sua presença. - Entrou o sacerdote no quarto da enferma, que lhe diz: Meu padre, eu quero baptizar-me, instrua-me na religião católica e diga o que devo fazer.

Comovido, o padre cumpriu o seu dever, instruiu-a e baptizou-a. Cheia de paz e alegria, morreu pouco depois.

Logo chegou a notícia a estes meus amigos residentes em Portugal, que verificaram mais uma vez não ser em vão que se põe em Maria Santíssima toda a nossa confiança, mesmo quando se trata da conversão dos judeus. E, neste caso, talvez devamos ter ainda maior confiança, pois Nossa Senhora era judia.

(P.O.J.U)

(Com aprovação eclesiástica)

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